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Ohhmaeee...

Eu, nós, eles, e o mundo à nossa volta.

Ohhmaeee...

Eu, nós, eles, e o mundo à nossa volta.

14
Jun21

O mínimo dos mínimos!

Mãede2

Falei aqui há dias sobre o atendimento ao público. Pode ser considerado atendimento todo e qualquer serviço prestado ao público, seja ele numa loja física, online, ou mesmo os próprios transportes públicos.
Sendo assim, partilho aqui uma situação vivida por mim há uns dias.

A caminho do autocarro no regresso a casa, tive de correr um pouco para o poder apanhar, no entanto, ao entrar atrás de outro passageiro, no momento em que vou pôr o pé dentro deste a porta fecha-se e empurra-me fazendo-me cair. Com alguma ajuda da mesma passageira que vinha à minha frente levantei-me entrando na viatura sem que o motorista tivesse sequer se levantado para ajudar ou perguntado se estava bem ou mesmo se precisava de algo, apenas pedindo desculpa - de uma forma muito indiferente devo dizer - pois não me tinha visto... (Pelo menos seguiu umas das regras da Boa Educação!)
Após sentar-me voltei atrás e pedi o nome deste, sem qualquer insinuação de reclamação, mas visto o meu marido ser colega poder conhecê-lo, ao que me respondeu, com alguma arrogância, que não dava o nome mas poderia dar o número de ordem e dizendo-me que se quisesse reclamar seria com este. Referi que não tinha falado em reclamação, e perguntei apenas se ao iniciar o fecho da porta não olhava para o espelho.

Vejam: apenas questionei isto pois por várias vezes o meu marido me diz que quando vai fechar a porta vê, através do espelho, alguém a correr e espera sempre um bocadinho, logo pensei que teriam todos o mesmo procedimento. Reparem, não no sentido em que tenham a obrigação de esperar pela pessoa, mas pelo simples facto de precaução e prevenção de situações como esta... Posto isto, este Sr. o qual não posso tratar pelo nome visto não me ter sido fornecido, respondeu bruscamente, e passo a citar: "Agora tenho que olhar para o espelho querem ver...", após esta resposta não me permitiu mais falar começando a levantar a voz e a ser extremamente rude. E como comportamento gera comportamento, vários passageiros, levados pelos gestos bruscos e altivos do Sr. Motorista, viram-se eles mesmos impelidos a começar a protestar ao mesmo tempo, sem que eu conseguisse perceber se me estariam a dar razão ou a vaiar... (Talvez até fosse mesmo a última opção..., estão em seu pleno direito de não concordar comigo!)

Independentemente de ter qualquer culpa ou não, de me ter magoado ou não, ou até mesmo de ter sido ou não prestado qualquer tipo de auxílio, penso estar igualmente no meu direito de reclamar, não por qualquer umas das ultímas três razões (até com alguma validade, penso eu de que...), mas pela forma como fui confrontada agressivamente e com alguma má educação, única e exclusivamente, e estando (volto a reforçar) no meu direito, por pedir o nome da pessoa e questionar o mesmo.

Digam-me, serei eu que estou errada?!

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